# atelier arquitetura # atelier lisboa # arquiteto portugues
O Prémio Nacional do imobiliários da magazine do imobiliário elegeu a Casa na Comporta da Sabrab como finalista em mais de 90 candidatos.
Afirma-se como um dos mais relevantes reconhecimentos no panorama da arquitetura contemporânea em Portugal, destacando projetos que dialogam com a paisagem única da região e reinterpretam a tradição local com uma abordagem inovadora. Inserida num contexto natural de exceção, entre arrozais, pinhais e o Atlântico, a casa premiada reflete um equilíbrio exemplar entre sustentabilidade, estética e funcionalidade.
Nesta edição, o júri analisou propostas de alguns dos mais prestigiados ateliers de arquitetura, incluindo nomes como Aires Mateus, Promontorio, Carrilho da Graça, Atelier Bugio, João Mendes Ribeiro, DepA Architects, Fala Atelier, Ricardo Bak Gordon, OODA, e Manuel Aires Mateus. A diversidade de abordagens evidenciou a riqueza criativa do setor, com projetos que exploram materiais locais, soluções bioclimáticas e uma forte integração com o território.
Entre os finalistas — grupo no qual tivemos a honra de integrar — destacou-se um conjunto de propostas de elevada qualidade, refletindo o rigor e a inovação que caracterizam a arquitetura contemporânea portuguesa. O nosso projeto, em particular, procurou estabelecer uma relação sensível com a envolvente natural da Comporta, valorizando a escala, a materialidade e a continuidade entre os espaços interiores e exteriores.
O projeto vencedor destacou-se pela sua capacidade de reinterpretar a arquitetura vernacular da Comporta, utilizando linhas depuradas, volumes horizontais e uma paleta de materiais naturais que respeitam a identidade da região. A relação entre interior e exterior foi cuidadosamente pensada, criando espaços fluidos que promovem a vivência do clima e da paisagem envolvente.
Além da excelência arquitetónica, o Prémio Casa na Comporta valoriza também a inovação, a sustentabilidade e o impacto cultural das propostas apresentadas. A participação de ateliers emergentes ao lado de nomes consagrados como Souto de Moura, Álvaro Siza Vieira, e Nuno Brandão Costa reforça a importância deste prémio como plataforma de reconhecimento e divulgação.
Mais do que distinguir uma obra, este prémio celebra a arquitetura como instrumento de valorização do território e da identidade portuguesa, consolidando a Comporta como um laboratório de referência para a arquitetura contemporânea.
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